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No. Registro   002880713
Tipo de material   TESE
Entrada Principal   LinkSouza, Jaqueline Freitas de
Título   LinkRelação entre a força de língua e a posição do hioide em crianças com SAOS.
Imprenta   Ribeirão Preto, 2017.
Descrição   65 p. +anexos.
Idioma   Português
Nota Tese/Diss   Dissertação (Mestrado)
Resumo   Objetivo: O propósito deste estudo consiste em avaliar a relação entre Força de Língua e medidas do posicionamento do hioide em crianças com diagnóstico de SAOS. Casuística e Método: Foram selecionadas 38 crianças entre 07 e 12 anos, de ambos os gêneros, com história de roncos, apneias noturnas e respiração bucal crônica. Todas as crianças tiveram SAOS confirmada pela presença dos sintomas e pela polissonografia; e foram divididas em dois grupos: 22 crianças pré-operatório e 16 pós-operatório (sendo 7 curados e 9 residual). Ambos os grupos foram submetidos à avaliação de força de língua isométrica máxima (FLIM), aplicada na posição de ponta e dorso de língua, através do dinamômetro (kgf) e por meio da radiografia lateral foi realizada avaliação craniofacial e posicionamento do hioide. Resultados: Na regressão linear em pacientes pré-operatório a medida cefalométrica D vert. H apresentou forte e significativa (p= 0,0083) relação negativa com a força em ponta de língua. Já em dorso de língua antes da cirurgia não foi significativa, para nenhuma das variáveis. Nos pacientes pós-operatório a FLIM do dorso e ponta foram significativamente (p<0,0330 e p<0,0098 respectivamente) relacionadas à medida cefalométrica C3-H. A comparação de medidas cefalométricas entre os grupos pré e pós-operatórios e entre o subgrupo residual e curados, não tiveram diferença na altura do hioide (HYS, HYMP, D Vert. H) e na relação ântero-posterior do hioide (D Horiz H, C3-H). Em relação à FLIM da musculatura extrínseca da língua ao se compararem a média e desvio padrão nos pacientes pré e pós-operatório, observou-se que houve diferença para as medidas de força de língua (p= 0,0016 para dorso e p=0,0041 para ponta) entre eles. Não houve diferença entre os subgrupos residual e curados. Conclusão: No presente estudo podemos concluir que existe relação entre a força
  do músculo lingual e a posição do osso hioide em crianças com SAOS, ou seja, aumento na força dos músculos dilatadores da faringe pode influenciar a altura do hioide em crianças com SAOS
Nota Local   Morfofisiologia de Estruturas Faciais
Departamento   ROO OFTALMOLOGIA, OTORRINOLARINGOLOGIA E CIRURGIA DA CABECA E PESCOCO
Assunto   LinkAPNEIA DO SONO
  LinkCEFALOMETRIA
  LinkFORÇA MUSCULAR
Assunto   LinkCefalometria Proveniente da Base Teses Digitais da USP
  LinkCephalometry Proveniente da Base Teses Digitais da USP
  LinkChild Proveniente da Base Teses Digitais da USP
  LinkCriança Proveniente da Base Teses Digitais da USP
  LinkGenioglosso Proveniente da Base Teses Digitais da USP
  LinkGenioglossus Proveniente da Base Teses Digitais da USP
  LinkHyoid bone Proveniente da Base Teses Digitais da USP
  LinkObstructive sleep apnea syndrome Proveniente da Base Teses Digitais da USP
  LinkOsso hioide Proveniente da Base Teses Digitais da USP
  LinkSíndrome da apneia obstrutiva do sono Proveniente da Base Teses Digitais da USP
Autor Secundário   LinkValera, Fabiana Cardoso Pereira
Localiz.Eletrônica    Clicar sobre o botão para acesso ao texto 
Resumo/Outros   Objective: The purpose of this study is to assess the relation between Force ofthe Tongue and measures of hyoid’s positioning in children diagnosed with OSAS. Casuistry and Method: Were selected children between 07 and 12 years, from both genders, with snoring history, nocturnal apnea and chronic mouth breathing. All the children had OSAS confirmed by the symptom’s presence and by the polysomnography and were divided into two groups: preoperative and postoperative (patients that had OSAS diagnosed before the adenotonsillectomy, and were revaluated 12 months after. Both groups were submitted to maximum isometric tongue force, applied in the tip and in the back ofthe tongue, through the dynamometer and through the lateral radiography was performed a craniofacial evaluation and hyoid positioning. Results: In preoperative patients on linear regression the cephalometric measure D. vert. H presented strong and significant (p= 0,0083) negative relation with the tip of the tongue force. Whereas the back of the tongue before the surgery was not significant, for none of the variables. In postoperative patients the maximum isometric tongue force from the back and from the tip were significantly (p<0,0330 e p<0,0098 respectively) related to the cephalometric measure C3-H. The comparison between the cephalometric measures between the preoperative and postoperative groups and between the residual sub group and the healed ones, did not have difference in the hyoid’s height (HYS, HYMP, D Vert.H) and on the hyoid’s anteroposterior relation (D Horiz H. C3-H). In regards to the maximum isometric tongue force from the extrinsic tongue musculature when compared to the average and standard deviation in patients pre and post-surgery, it was noticed that there was difference for the tongue force measures (p= 0,0016 for the back and p=0,0041 for the tip) between them. There was no difference between the sub groups residual and healed
  Conclusion: In the present study we can conclude that there is relation between the force of the lingual muscle and hyoid bone’s position in children with OSAS. In other words, an increase on the pharynx dilator muscles’ strength can influence the hyoid’s height in children with OSAS
 
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